Saiba tudo sobre o verme do coração e como prevenir seu pet

Saiba tudo sobre o verme do coração e como prevenir seu pet

A umidade e calor típico das cidades litorâneas aumentam a incidência dos mosquitos que transmitem a doença do verme do coração para os pets. Confira!

Texto: Raíssa Jorgenfelth | Foto: Shutterstock

Com as temperaturas mais quentes pela chegada do verão, a proliferação dos mosquitos tende a aumentar e, consequentemente, a incidência da doença do verme do coração também. O problema afeta principalmente cães e é transmitido através da picada de mosquito. “Após o contato, o parasita atinge a corrente sanguínea do cão e ataca diversos órgãos, provocando inúmeros problemas de saúde ao animal. Os vermes adultos, que se alojam no coração e nos pulmões, podem chegar a 30 cm de comprimento e provocar graves problemas cardíacos e pulmonares, no estágio mais avançado da doença”, explica Bruna Tadini, médica veterinária da PET da Elanco. 

Bruna esclarece que os pets que são vermifugados regularmente estão protegidos mas que é necessário realizar exames diagnósticos antes do início da prevenção para a detectar se o animal já não possui a doença, uma vez que ela não deixa rastros, como as pulgas e carrapatos e pode viver até 7 anos e meio no pet. Além disso, a maioria dos animais infectados podem demorar anos para manifestar a doença ou apresentar sinais discretos. 

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Os sintomas, quando aparecem, são fáceis de serem identificados e pioram conforme a evolução da doença. São eles: diminuição de peso, cansaço excessivo, tosse e falta de ar. Por esse motivo, a veterinária ressalta que qualquer sinal que não seja habitual ao cachorro deve ser investigado. 

Infelizmente, o tratamento costuma ser invasivo e não ter muito sucesso de cura. Por isso, a melhor forma de proteger seu peludinho é a prevenindo, através do uso de vermífugos e repelentes, mas atenção: o mosquito está mais presente no verão, mas ao longo de todo o ano ele anda por ai rondando nossos bichinhos, inclusive os gatinhos, que embora tenham uma incidência rara da doença, estão tão suscetíveis quanto os cães.

Fonte: http://revistameupet.uol.com.br/saude/atencao-cidades-litoraneas/4202/

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